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Tempo

September 27, 2017

O tempo que passa. Depressa.


Sem pedir licença e sem se importar, passa depressa o tempo. Muito depressa. Os dias correm, as noites assim que chegam já vão e, nas rotinas mecânicas (por vezes até maçadoras) perdêmo-lo. Não lhe damos o devido valor, tomamo-lo como garantido e só percebemos a sua dimensão quando o amanhã é reduzido a ontem.
O tempo, esse arqui-inimigo que, parece não ter fim mas simultaneamente é tão finito. Ele que quando tudo está menos bem teima em não passar, no entanto quando queremos tanto reter aquele momento bom…puf, já passou. Ele que nos leva as conquistas transformando-as em recordações e as agruras em passado, mas que também nos leva a própria memória.
Sem tréguas.

Podes ficar sempre assim?- digo.
Não mãe! Quero crescer, quero ser grande como tu! – responde-me.

Vou só ali. (tenho um tempo para ser aproveitado, aquele em que ela só quer ser como eu. E ele vai passar. Depressa demais.)

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1 Comment

  • Reply Tainá September 28, 2017 at 8:04 pm

    É tão isso! Até fiquei arrepiada!

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